domingo, 26 de maio de 2013

MAIS NOVIDADES

Gente, Horários divulgados no Facebook!



Confiram!

Os horários marcados de vermelho são os que o Primeiro II participa. Não deixem de conferir as novidades de cada turma, claro. Mas esperamos vocês em nossas apresentaççoes em especial, viu?

Contamos com a sua presença!

@2013@


Recursos de água doce e potável são finitos, frágeis e vitais para todas as pessoas no mund


Há 20 anos o Dia Mundial da Água é celebrado em 22 de março para chamar nossa atenção para a importância da água doce e da gestão sustentável dos recursos hídricos. São realizadas na data diversas atividades em todo mundo para esclarecimento e conscientização.

A recomendação de um dia internacional para celebrar a água ocorreu na Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED/Rio 92), no Rio de Janeiro. A Assembleia Geral da ONU designou o dia 22 de março de 1993 como o primeiro Dia Mundial da Água.

A ONU fomenta a ação global em defesa da gestão dos recursos hídricos desde 1977, quando realizou a Conferência para a Água. Em 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2013 o Ano Internacional de Cooperação pela Água.




Recurso finito requer gestão inteligente

Água é fonte de vida. E por ser um recurso natural vital é imprescindível a cooperação para gestão da água, nos níveis local, regional, nacional e internacional, com engajamento da sociedade, do poder público, da iniciativa privada, do terceiro setor e das universidades.

A população mundial aumenta e é crescente a demanda global por água potável para atender às necessidades da humanidade. É também crescente a necessidade de saneamento básico. O resultado é uma crise global, com escassez, desperdício, poluição e exploração exagerada das reservas de águas subterrâneas.

Os recursos de água doce são finitos e frágeis, estão em condição de pressão constante por causa do crescimento populacional, da poluição e das demandas para usos agrícolas, domésticos, comerciais e industriais. A comunidade internacional tem o desafio de transformar obrigações assumidas em ações concretas no que se refere à gestão inteligente da água potável. O esforço de todos é para benefício de todos.

No site da ONU Brasil estão destacados trechos da Declaração da ONU Água para o Dia Mundial da Água 2010, que formam um resumo objetivo da situação delicada da água potável, recurso natural não renovável, fundamental para todas as pessoas no mundo.



"A água potável limpa, segura e adequada é vital para a sobrevivência de todos os organismos vivos e para o funcionamento dos ecossistemas, comunidades e economias. Mas a qualidade da água em todo o mundo é cada vez mais ameaçada à medida que as populações humanas crescem, atividades agrícolas e industriais se expandem e as mudanças climáticas ameaçam alterar o ciclo hidrológico global. (…) A cada dia, milhões de toneladas de esgoto tratado inadequadamente e resíduos agrícolas e industriais são despejados nas águas de todo o mundo. (…) Todos os anos, morrem mais pessoas das consequências de água contaminada do que de todas as formas de violência, incluindo a guerra. (…) A contaminação da água enfraquece ou destrói os ecossistemas naturais que sustentam a saúde humana, a produção alimentar e a biodiversidade. (…) A maioria da água doce poluída acaba nos oceanos, prejudicando áreas costeiras e a pesca. (…) Há uma necessidade urgente para a comunidade global - setores público e privado - de unir-se para assumir o desafio de proteger e melhorar a qualidade da água nos nossos rios, lagos, aquíferos e torneiras." [Declaração ONU Água]



quinta-feira, 23 de maio de 2013

Mundo dobra o uso de água subterrânea em quatro década


Exploração é tanta que faz com que o líquido do lençol freático corresponda a 25% do aumento do nível do mar. Reservas totais do globo não são conhecidas, mas estima-se que 30% da água doce da Terra provenha do subsolo.

A humanidade se tornou uma usuária tão sedenta das águas subterrâneas do planeta que essa exploração pode ser responsável por um quarto do aumento anual do nível dos oceanos.

O dado vem de um artigo aceito para publicação na revista científica "Geophysical Research Letters". Nele, uma equipe liderada por Marc Bierkens, da Universidade de Utrecht (Holanda), traça um mapa não muito animador do estado das reservas subterrâneas mundo afora.

Usando estatísticas e simulações de computador sobre a entrada e saída de água dos lençóis freáticos, Bierkens e companhia estimam que a exploração de água doce subterrânea mais do que dobrou dos anos 1960 para cá, passando de 126 km3 para 283 km3 por ano, em média.

A questão, lembram os pesquisadores, é que ainda não dá para saber o preço exato da brincadeira, porque ninguém tem dados precisos sobre a quantidade de água subterrânea no mundo.

Mas, a esse ritmo, se tais reservas fossem equivalentes aos célebres Grandes Lagos dos EUA e Canadá, essa fonte de água seria esgotada em 80 anos. De qualquer maneira, a preocupação se justifica porque, de acordo com estimativas, 30% da água doce da Terra está no subsolo.

Com exceção das calotas polares -as quais ninguém em sã consciência gostaria de derreter, já que os efeitos sobre os mares e o clima seriam imensos-, trata-se da principal fonte de água potável do mundo. Rios e lagos na superfície são só 1% do total.




quarta-feira, 22 de maio de 2013

Flora e Fauna Indiana

O território indiano se encontra dentro da biorregião himalaia, que apresenta grandes amostras de biodiversidade. Como é um dos dezoito países megadiversos, acolhe 7,6% de todos os mamíferos, 12,6% de todas as aves, 6,2% de todas os répteis, 4,4% de todos os anfíbios e 11,7% de todos os peixes.



Os bosques da Índia variam de florestas úmidas nas ilhas de Andamão, Gates Ocidentais e noroeste indiano, até bosques frios do Himalaia. Estima-se que menos de 12% da massa da Índia Continental esteja coberta por densos bosques. Entre as árvores mais importantes da Índia encontram-se o neem medicinal, usado amplamente em zonas rurais para a fitoterapia e elaboração de remédios caseiros.

Nas últimas décadas, as invasões humanas criaram uma ameaça à vida silvestre da Índia, em resposta, o sistema de áreas protegidas e parques nacionais, estabelecido pela primeira vez em 1935, que foi ampliado consideravelmente. Em 1970, o governo indiano decretou a Lei de proteção da vida silvestre e o Projeto Tigre, para proteger o habitat crucial deste animais, além de em 1980 ter sido decretada a lei de conservação dos bosques. Junto com mais de quinhentas espécies da vida silvestre, na Índia treze reservas biosféricas, quatro das quais fazem parte da rede mundial de reservas da biosfera. Cerca de vinte e cinco zonas de umidade estão registrados na Convenção sobre as Zonas Úmidas.

terça-feira, 21 de maio de 2013

NOVIDADES!

Não se esqueçam, alunos do Colégio Farias Brito de Sobral, que a turma do Primeiro II espera vocês durante o Festival para as comemorações. E Quarta-Feira, na sala 02,  a Tematização da sala com o tema Índia estará acontecendo. Não percam por nada!



Em Breve, o calendário completo, aqui no blog, e no Facebook também, com os horários e os dias de cada atividade. 

BOA SORTE, PRIMEIRO II

A Índia é banhada por qual oceano?

O Oceano Índico é aquele que banha a Ásia, a África e a Oceania e é o terceiro maior oceano do mundo com uma extensão de 73.440.000 km².




Com uma profundidade média de 3.890m, o Oceano Índico se formou na Era Mesozóica como resultado da divisão do super continente Gondwana, tendo sido o último oceano a se formar. Fazem parte dele o Mar Vermelho, o Golfo Pérsico, o Golfo de Áden, o Golfo de Omã, a Baía de Bengala, o Mar de Andaman, o Estreito de Malacca, Estreito de Ormuz, o Canal de Moçambique e o Mar da Arábia, entre outros.

A formação do Oceano Índico se deu a mais ou menos 90 milhões de anos, quando este adquiriu suas características atuais através da ação das correntes de convecção (fluxo do magma na astenosfera – camada logo abaixo da crosta terrestre) que formaram a orogenia submarina (processo de formação de montanhas) da cadeia meso-oceânica do índico.

A cadeia meso-oceânica do índico possui o formato de um “y” ao contrário que se liga à esquerda à cadeia meso-oceânica do Atlântico, e à direita, à cadeia meso-oceânica do Pacífico, delimitando as placas Indiana e Africana com a Placa Antártica ao sul. Ao norte, ela divide a África da Península Arábica fazendo com que as duas porções de terra se afastem uma da outra. Isto faz com que a reposição do assoalho oceânico naquele local vá aumentando o Mar Vermelho, que um dia, daqui alguns milhares de anos, pode alcançar o tamanho do Oceano Atlântico.

Devido à sua proximidade com o Oceano Antártico, o Oceano Índico apresenta temperaturas mais frias em sua parte sul, já a parte norte é bem mais quente devido às influências do continente.

Essa diferença de temperatura entre o oceano e o continente origina as chamadas “monções”, que são ventos que mudam de direção anualmente de acordo com a variação da temperatura entre oceanos e continentes. Quando é verão no hemisfério norte, o continente se aquece mais que o oceano fazendo com que as correntes de ar mais frias, vindas do Índico, soprem em direção ao continente originando a “Monção de Verão” ou de Sudoeste. Já, quando é inverno no hemisfério norte ocorre o contrário, as correntes de ar mais frias do continente fluem em direção ao oceano originando a “Monção de Inverno” ou de Nordeste.

As monções modificam também, as correntes oceânicas que, durante a Monção de Nordeste (oceano mais quente que o continente) move-se até a costa africana onde vira para o sul e retorna como a Contra Corrente Equatorial e durante a Monção de Sudeste forma a “Corrente de Monção” que se move em direção ao continente africano, também, mas, vira em sentido horário, em direção ao continente.

As águas quentes do Oceano Índico Tropical (norte) abrigam uma infinidade de espécies. Em 1900 foram descobertos alguns animais de águas profundas, nas costas da Indonésia, que não se encaixavam em nenhum outro filo, os pogonóforos. Mais tarde, em 1938, foi pescado acidentalmente na costa oriental africana, um exemplar de Celacanto, que se pensava extinto desde a época dos dinossauros. Entretanto, os animais marinhos que mais se destacam no Oceano Índico são os corais: a Grande Barreira de Corais da Austrália, por exemplo, alcança cerca de 2.200km e só não forma uma linha contínua por causa dos inúmeros rios e lagos que deságuam por lá alterando a salinidade e o pH da água. Em alguns lugares os corais formam verdadeiras ilhas em meio ao oceano, como por exemplo, as Ilhas Seychelles.

O Oceano Índico é o receptor de alguns dos rios mais importantes da história da civilização: o Ganges da Índia e que deságua na Baía de Bengala, os Rios Tigre e Eufrates da Mesopotâmia e que deságuam no Golfo Pérsico.